1,80

Em Stock

Pega de Cozinha Azulejo Português

Pega de Cozinha em Tecido 100% Algodão com padrão do azulejo português. Interior almofadado super confortável, com capacidade para aguentar altas temperaturas.

A perfeição da cor e o realismo do desenho só são possíveis graças à utilização das técnicas mais inovadoras de estamparia digital, com a mais-valia da utilização de muito menos recursos, onde destacamos o menor consumo de água, de químicos e de tempo de produção.

Este modelo faz parte da coleção de Têxteis de Cozinha exclusivo da A de Amor onde encontra “quase” tudo o que precisa para decorar a sua.

Gostaria de conhecer a coleção completa? Clique aqui.

 

COMPOSIÇÃO

  •  100% Algodão
  • 20 x 20 cm
  • Exterior com impressão de padrão alusivo à Azulejaria Portuguesa
  • Interior almofadado.

CUIDADOS

  • Lavar à máquina máximo 40ºc centrifugação curta
  • Não utilizar lixívia
  • Passar a ferro máximo 150 ºc
  • Não limpar a seco
  • Não utilizar máquina de secar

Em stock

Peça Mais Informações
Comparar

Descrição

 Pega de Cozinha Azulejo Português

Pega de Cozinha em estamparia digital. Com tecido 100% algodão de excelente qualidade, usa os mais recentes processos inovadores da estamparia digital que consegue solucionar muitos dos problemas da estampagem convencional apenas com o uso da tecnologia. O material usado na coloração gera menos resíduos e o procedimento é muito mais rápido, beneficiando a agilidade e produtividade da indústria têxtil.

Vantagens da Estamparia Digital

A estamparia digital tem vindo a consagrar-se como um processo de moda sustentável. As impressoras digitais não geram resíduos e o seu processo de tingimento não agride o meio ambiente. Além disso, este processo reduz o consumo de energia e água, reduz as perdas e mantém limpeza total no meio onde é realizada.

Dispomos de bons equipamentos tecnológicos bem como de profissionais totalmente habilitados e capacitados , tendo como principal objectivo oferecer aos nossos clientes os melhores resultados num curto espaço de tempo.

Este processo, tem também a vantagem de não utilizar a mesma quantidade de químicos indispensáveis à estampagem convencional, sendo que a tinta usada neste processo é à base de água de acordo com as normas Oeko-Tex.

Vantagens deste processo:

  • Ideal para impressão em bases de fibras naturais e sintéticas;
  • Desenhos exclusivos e com boa definição;
  • Elevado grau de personalização e qualidade;
  • Consumo de água muito reduzido comparado com as técnicas convencionais;
  • Eco-friendly

Fonte: https://novoli.pt/estamparia-digital/

A História por Trás do Azulejo Português

O azulejo português é uma das marcas que representa a cultura de Portugal. Criou raízes na Península Ibérica a partir dos finais do século XV.

Para falarmos da história do azulejo português temos de remeter-nos para a sua origem. A influência da decoração ornamental muçulmana teve uma forte incidência na cultura do azulejo português.

Em termos práticos, o azulejo português designa-se por uma placa de cerâmica quadrada, de pouca espessura, geralmente nas medidas 15×15 cm ou em menores formatos. Este artefacto tem uma das faces decoradas e vidradas, resultado da cozedura de um revestimento geralmente dominado como esmalte, tornando-se impermeável e brilhante. A sua utilização é também comum em países como Espanha, Itália, Holanda, Turquia, Irão ou Marrocos.

História e origem do azulejo português

Com inícios da sua propagação no século XVI, pela Península Ibérica, o desenvolvimento do azulejo estava a cargo das cerâmicas de Sevilha.

Chegou a Portugal no ano de 1498, pelo Rei D. Manuel I, numa das suas viagens a Espanha. Portugal aprendeu o método de fabrico e de pintura, e o azulejo português tornou-se das marcas de expressão mais fortes da sua cultura.

O brilho, a exuberância e a fantasia dos motivos ornamentais chegaram do Oriente. Já da China, chegou o azul da porcelana que, na segunda metade do século XVII, deu ao azulejo composições sem caráter repetitivo, cheias de dinamismos e formas em movimento.

Nos finais do século XVII, Portugal importou da Holanda grandes quantidades de azulejo, absorvendo a pureza e o refinamento dos materiais, assim como, a ideia de especialização de pintores.

No reinado de D. João V (1706-1750), os azulejos sofreram a influência da Talha, utilizando os mesmos motivos numa tendência para que as superfícies inteiras de parede fossem revestidas, criando um impacto de característica barroca. Durante esta época, o azulejo português é largamente utilizado nas igrejas, palácios e casas pertencentes à burguesia, no interior e no exterior, nos seus jardins. Era considerado meio de distinção social.

As gravuras estrangeiras que circulavam no país inspiraram as composições dos painéis figurativos. Após o terramoto de 1755, a frágil situação económica e a necessidade de reconstruir Lisboa, levou a uma conceção utilitária e prática do azulejo, usado como complemento de fatores estéticos. Com o regresso do Brasil, o azulejo português começou a ser utilizado como revestimento nas fachadas dos edifícios, dada a dualidade deste material.

A presença do azulejo português até à atualidade

O azulejo conta com 500 anos de produção nacional. Na segunda metade do século XIX alcança mais visibilidade. O azulejo foi utilizado para cobrir milhares de fachadas, sendo produzido por fábricas de Lisboa e das cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, como Massarelos e a Fábrica de Cerâmica das Devesas.
No Norte, os relevos pronunciados, o volume, o contraste de luz e sombra são características presentes. Por Lisboa, a preferência ficou-se pelos padrões lisos de memória antiga e uma ostensiva aplicação exterior nas fachadas.
No Porto, no século XX, o pintor Júlio Resende construiu desde 1958, composições figurativas em azulejo e placas cerâmicas, atingindo o expoente do seu trabalho com Ribeira Negra, em 1985. Nesta época surgem os artistas Rafael Bordalo Pinheiro e Jorge Barradas, impulsionadores da renovação no domínio da cerâmica e do azulejo.
Ainda em meados do século, Maria Keil realiza um notável trabalho para as estações iniciais do metro de Lisboa, juntando-se a Júlio Resende (“Ribeira Negra” – 1984), Júlio Pomar, Sã Nogueira, Carlos Botelho, João Abel Manta, Eduardo Nery, entre outros, como grandes referências da história e cultura do azulejo português.

Fonte:  NatGeo

Informação adicional

Peso45 g
Dimensões (C x L x A)20 × 20 cm

Avaliações

Ainda não existem avaliações.

Seja o primeiro a avaliar “Pega de Cozinha Azulejo Português”

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Você também pode gostar…

X